Setembro é mês de… Economizar!

Oi pessoal! Tudo certinho? Mas não tá fácil. Principalmente na área financeira.

Por esta razão, este mês estou com um novo desafio: fazer minhas refeições pra comer no trabalho…

Na verdade existem diversas dicas de economia e finanças pessoais. Ficamos o tempo todo tentados a comprar. Gastar é muito bom, mas melhor ainda é ter as contas no azul.

E então? Vamos juntos?

Hoje mesmo eu já levei meu almoço. Foi bem simples: Macarrão gravatinha integral, ao óleo que sobrou na panela do frango e com queijo prato pra finalizar o gratinado. Estava uma delícia!🍝

Ok. Falando assim parece uma gororoba, mas eu juro, estava uma delícia!

Um dos grandes complicadores pra mim, será o tempo de preparo das refeições. Eu normalmente chego tarde em casa e muito cansada e com muita preguiça (eu assumo!), Então é sempre mais fácil e conveniente comer fora.

Mas a ordem e o desafio do mês é poupar. Minha meta é comer fora uma vez por semana, o que me dá cerca de 100 reais, no máximo, de gasto com alimentação (25 por refeição).

Outra dica óbvia é perder peso… E para isso preciso fazer exercícios físicos… Renovo meu compromisso de me exercitar três vezes por semana.🏋

Para isso, no próximo post terei a coragem de colocar meu peso, minhas medidas e famigerada foto do antes… Vejam bem, não estou de dieta rigorosa, mas de corte de excessos. Não me julguem!

Então, resumindo, terei que aprender a fazer refeições rápidas e saudáveis pro almoço nosso de cada dia.

Oremos 🙏

Um beijo e até a próxima!

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Por que te interessa o que eu penso?

Não entendia até agora a razão de tanta exposição de idéias e  e opiniões nas redes sociais. O Facebook todos os dias me pergunta o que eu penso, o que estou sentindo… Talvez, esse seja o único momento do dia em que “alguém” pergunte isso e efetivamente está pronto pra “ouvir” a verdade, já que fica ali, aquele cursor piscando pra que eu abra meu coração.

E atire a primeira pedra quem nunca fez isso.

O grande problema é que eu escrevo o que eu sinto e quem lê não me perguntou nada. A pessoa está lá, rolando a timeline dela é “pá” , dá de cara com meus sentimentos, com meu coração desnudo e às vezes vê o pior de mim naquela lugar. Tudo porque havia uma pergunta sobre meus sentimentos…

Percebo o quão carente podemos ser a ponto de nos abrir dessa forma. Imagino que seja mais fácil escrever do que falar. Afinal, geralmente estou relaxada, na minha página, vou digitar e ninguém vai me interromper. Não tem a expressão facial de ninguém a me julgar e se por algum motivo interrompem minha digitação, posso retomar a qualquer momento. De fato, as redes sociais parecem os melhores amigos que eu poderia ter. #sqn

Por outro lado, como usuária, falando do lado de quem rola a “timeline” e se depara com revolta, xingamentos, mágoas, mentiras e uma série futilidades que não me interessa em nada, afinal eu não perguntei. Só queria me distrair, rir de uma piada do Bode Gaiato ou do Ah! Negão. 

Mas a verdade é que a rede social me fez mais egoísta do que nunca. Em outros tempos eu encaminhada PowerPoint, quando queria falar com meus amigos via internet, fazia um e-mail para todos e quando respondia, utilizava a opção de responder a todos. Me divertia no Humortadela e só dava minha opinião política pra tv, enquanto assistia o telejornal. Também conversava com minha avó sobre política, com minhas tias sobre casamento, e costumava sair com meus amigos de faculdade pra comer uma pizza no final da aula.

Interagir mais. Eu era mais presente. 

É verdade que a tecnologia me aproximou de pessoas que estão milhares de kilometros de mim, reencontrei parentes, conheci pessoas maravilhosas, aprendi muito, e aprendo todos os dias. Conheci métodos de organização do lar FlyLady, receitas rápidas no tastymade, isso só pra começar.

Mas também me tornou um pouco fria, intolerante com o meu próximo. Mas o pior efeito é que me tornou uma grande julgadora da vida alheia. Sim, me fez uma juíza que, aparentemente, sabe tudo sobre tudo e com base nisso ignora a dor daquele que abriu seu coração naquela página de Facebook. E isso também me deu o direito de excluir do meu rol de “amigos” pessoas que nunca me fizeram nada, apenas pensam diferente de mim, afinal, eu sou a dona da verdade e se aquela pessoa que eu conheço há anos, ou até é minha parente, pensa diferente de mim, não me serve. Veja que estou falando só de opinião. Nem vou entrar no mérito de política. 

Percebo que me afastar do convívio face a face, está me deixando fria, intolerante, egoísta e má… Acabo me tornando aquilo que condeno, tudo porque não quero aprender a viver…

É preciso saber viver!

Bem, e por que minha opinião te interessa? Na verdade, não interessa, mas eu quero dizer mesmo assim, porque eu não sei usar máscaras. Porque eu ainda quero estar (também) reunida com meus amigos num restaurante e usar o telefone só pra pedir um Uber ou tirar fotos pra eternizar aqueles momentos.

Eu quero voltar a ser uma amiga à moda antiga!

É claro, é o Facebook vai me ajudar quando eu organizar o evento, o Google agenda vai me lembrar e o Instagram vai guardar os momentos pra mim, #semfiltro.

Na verdade, eu quero mesmo é não me perder e nem me esconder atrás das telas. Quero sim amar meu próximo, seja ele quem for, pense ele o que pensar. Quero mesmo aprender a respeitar e considerar o diferente e quero ver beleza naquilo que dizem que é belo. 

Tanta coisa pra aprender, pra viver, pra sentir e crescer… Sou mais que um perfil, tenho muitas facetas que compõe uma complexa personalidade.