Maternidade · Motivacional

Porque a língua dói mais que a mão.

Oi Pessoal, tudo bem?

Vem aí mais um post cheio de reflexão… (risos).

Estava pensando comigo mesma (sim, eu converso muito comigo…) sobre as palavras de falamos (ou digitamos) e aquelas que ouvimos. Todo mundo sabe que as palavras tem poder. Se vc não sabia, agora sabe, as suas palavras são mais fortes e poderosas do que a força dos seus braços.

Então, estava pensando sobre as palavras que ouvi quando criança, sobre as palavras que eu ouço hoje em dia e principalmente as palavras que eu falo. Não somente nas palavras, mas como as palavras são ditas… eu confesso que tenho MUITO que melhorar nesse quesito. Percebo muito isso quando existe algum vídeo ou áudio espontâneo meu. Fico realmente desapontada comigo mesma quando me ouço. Acredito que não profiro palavras de maldição, nem xingamentos e nem nada do tipo, mas confesso que meu jeito de falar, as vezes não é dos mais agradáveis.

Posso, se quiser, responsabilizar toda a minha família por isso, afinal, todos nós falamos do mesmo jeito, no mesmo tom… Mas se isso é uma coisa que eu sempre detestei, por que faço?

Graças a Deus eu rompi com a barreira da dificuldade em pedir desculpas ou perdão pelo o que eu disse ou fiz. Mas uma vez que a palavra saiu… já foi, já era…

Eu também acredito no poder curador do perdão. O pedido de perdão restaura de uma forma que, as vezes parece que jamais foi quebrado.

Acho que as palavras que mais doem são aquelas que são ditas (ou mal-ditas) por aqueles que nós amamos e confiamos. Um exemplo: Minha mãe sempre me disse que eu era inteligente, mas que eu era feia, que do meu rosto só se aproveitava os olhos, que eu deveria andar como uma odalisca… Meio cruel né? Pra ela era só uma brincadeira (menos a parte da inteligência tá? Isso era sério – risos), mas isso pra mim era o fim! Ela falava isso porque meu maxilar inferior era maior que o superior, então eu tinha o que se chamava de “mordida cruzada”.

Era cruel porque eu não tinha culpa de ter nascido assim. Ninguém tinha, era a genética, era assim que Deus havia me criado. Eu não sabia sorrir em fotos, tinha vergonha de mim, da minha aparência… Usei aparelho e o problema foi resolvido. Mas as marcas daquelas palavras ficaram anos em mim… Quando engravidei eu orava todos os dias para que meus filhos não herdassem essa característica minha – Graças a Deus não herdaram! Mas foi difícil me recuperar dessas palavras… Claro que hoje minha mãe diz que era brincadeira e que sempre me achou linda… Agora não adianta né mãe! (risos).

Eu me acho bonita sim (tem dia que não, mas, quem nunca?), mas o fato é que as palavras marcam. Isso não me dói mais, mas as marcas lá estão! Eu me pergunto, que marcas eu estou deixando nas pessoas? Que marcas eu deixo naqueles que acreditam nas minhas palavras? Uma boa pergunta para se pensar…

Que Deus me ajude a ter em minha boca palavras doces com sabor de mel.

Por enquanto é isso. bjos e até a próxima!

Bye bye!

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