E agora? O que eu faço? – Dilemas na educação infantil.

Oi pessoal, tudo bem?

Sempre pergunto se está tudo bem é porque eu realmente quero saber… não é apenas uma pergunta educada, realmente me importo se está tudo bem. Quem me conhece um pouquinho sabe que eu se eu pergunto é porque eu quero saber, se eu falo que está bonito, de fato está bonito. Falo sempre a verdade, mas não sou grosseira e nem faço as vezes do “super sincero”.

Bem, o post de hoje é sobre educação infantil. Gente, que coisa difícil é educar filhos… Meu Deus! Essa semana fui chamada na escola do Pedro (7) para falarmos sobre o desenvolvimento dele em sala de aula. Não, ele não está com notas baixas, nem com problemas de relacionamento, nem nada disso… O problema é que ele leva “mil anos” pra copiar as coisas do quadro. Não é nada que interfira no aprendizado dele, mas a professora está preocupada com o futuro. Em reunião na escola com a orientadora nós traçamos um estratégia. Claro que essa estratégia foi elaborada com a ajuda do Alexandre, que é um ótimo estrategista. Quer alcançar um resultado? Peça ajuda ao meu amado esposo, ele é um excelente gestor!

Somente hoje conversamos com o Pedro e definimos como será. Mas o caso é que eu quero dizer como eu me senti. Não com a estratégia, mas com a notícia de que ele não é um aluno perfeito.

Nós mães queremos mesmo que nossos filhos sejam os mais bonitos, os mais espertos, os mais inteligentes… Que atire a primeira pedra a mãe que não quer (de verdade) que seus filhos sejam assim. Quando vem uma notícia de que nossos filhos não são como nós gostaríamos que fosse (ou que idealizamos que sejam), é quase como ouvir: VOCÊ É UMA PÉSSIMA MÃE, ESTÁ FAZENDO UM PÉSSIMO TRABALHO.

Gente, não foi isso que eu ouvi da orientadora, nem é isso que as notas dele dizem, muito menos é esse o recado que vem na agenda (aliás, só vem o recado: O Pedro não terminou a cópia do trabalho), mas eu saí da escola me sentindo desse jeito aí. Meu pequeno estudante não é um estudante exemplar. E minha conclusão (i)lógica é: Sou uma péssima mãe. Que coisa né? Tudo a gente se culpa. SOCORRO!

A conclusão que eu cheguei é que a gente nunca tá pronta. Mentalmente a gente ensaia diversas situações, mas quando o imprevisto acontece, a gente não sabe o que fazer. Graças a Deus não estou sozinha nessa jornada, tenho um marido maravilhoso e isso faz dele um pai ainda melhor, porque eu, sinceramente, nunca sei o que fazer e quando sei o que fazer, não tenho certeza se é o melhor pra eles, Oh God!

Tá bom, eu sei que não é o fim do mundo… Tô fazendo drama… Mas e daí? Sou uma mãe que quer o melhor para seus filhos, quer que eles sejam lindos, perfeitos, com QI 300, quem pode me condenar?

Não sei, acho que sou muito exagerada nas minhas expectativas maternas… Mas isso é natural… Eu acho (risos). De qualquer forma, vou ler mais sobre o assunto. Se você tiver algum site ou livro pra me indicar, eu aceito. Se tiver um bom conselho também, tá valendo!

Por enquanto é isso… Um beijo e até a próxima,

Bye bye!

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