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Viajando quase sozinha…

Oi pessoal, tudo bem? Espero que sim.  Hoje eu vim compartilhar duas experiências de viagem com vcs.
A primeira foi aquela em que razão do falecimento da minha avó eu tive que ir às pressas para São Bento do Sul. Nessa eu viajei de avião com o André. Só nós dois. Ele é um excelente companheiro de viagem. Mas vou compartilhar minha experiência. Eu fui pela companhia aérea Gol. Não pude fazer check-in pela internet pq eu tinha um bebê comigo, então,  a regra é que eu o faça no aeroporto.
Bem, eu fiz. Os atendentes foram super solícitos. O carrinho e toda a minha bagagem de mão passam no raio-x. Por isso, é importante ver bem o que vai colocar na bolsa do bebê, ou na sua… Isso quer dizer, nada de perfumes ou embalagens e vidro, tesourinhas, cortadores de unha, e até lixa de ferro. NÃO PODE!

Todo o trajeto, de ida e volta foi ótimo. Claro que eu me enrolei um pouco, era minha bolsa, bolsa do bebê, bebê e carrinho, fora a minha mala que eu despachei. Mas foi incrível como eu encontrei pessoas simpáticas dispostas a me ajudar. Ainda tem muita gente generosa nesse mundo!

A segunda experiência de viagem “quase sozinha” foi de carro. Mas porque “quase”? Na primeira, de avião eu não estava sozinha, estava com um bebê.

Nesta, de carro, até tinha duas pessoas no carro comigo, além do bebê, mas… ELAS DORMIRAM! Que belas companheiras eu arranjei! rs.

Tive vários percalços no caminho. O primeiro foi que eu me perdi. Na verdade eu peguei o caminho errado. Mas como diz o velho ditado “quem tem boca… vai à Roma” (na verdade é: quem tem boca VAIA Roma, mas deixa isso pra lá…). Então, perguntando a no máximo três pessoas (que me deram as informações completas e corretas), que foram SUPER simpáticas, cheguei na rodovia correta e aí foi só correr pro abraço… Na verdade não corri tanto porque tinha engarrafamento, acidente, incêndio, polícia, vontade de fazer o número 1 (rs)… Minhas companheiras dormiram e pra fadiga não me pegar, tive que ficar cantando… Sim, canto mal à beça, mas elas não se importaram, dormiram mesmo assim… aff.

No final de tudo, mas minhas primeiras vezes foram positivas. Claro que sem a ajuda de Deus nada seria possível. Com certeza Deus colocou aquelas pessoas para me auxiliarem, porque sozinha eu não conseguiria. Mas conseguir fazer essas coisas “sozinha” me fez muito bem. Fortaleceu o meu ego… Me fez me sentir mais capaz. Pode parecer bobagem, mas os pequenos tijolos constroem grandes castelos. Não podemos, jamais, desprezar as pequenas coisas, as pequenas conquistas, porque é nelas que vamos nos fortalecer quando enfrentarmos desafios maiores.

Quando Davi derrotou Golias, a lógica foi exatamente essa. Ele já havia matado um urso e um leão sozinho, ninguém havia visto. Por isso quando ele se prontificou a matar o gigante, TODOS disseram que ele não seria capaz, mas ele sabia que era possível, porque ele conhecia suas próprias conquistas e não se esqueceu delas.

Bem, o resultado você já sabe: Davi matou o gigante. E eu fui e voltei tranquila, cheia de experiência (rs).

Por enquanto é isso pessoal. E nunca se esqueçam que vcs podem tudo o que vcs quiserem!

Um beijo e bye, bye.

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