100 dias melhores pra sempre – dias 68 a 73 “A esperança que se renova”

Oi pessoal, tudo bem? Por aqui está tudo indo bem.
Numa observação pessimista eu diria que não está indo tão bem quanto eu gostaria, mas numa visão otimista eu diria que está tudo tão bom que nem sei se pode ficar melhor. Bem, como o objetivo desse tão longo desafio dos 100 dias é olhar o lado bom de tudo, então posso dizer que eu não posso reclamar de nada, e não posso mesmo (embora esse seja um mau hábito, eu assumo!).
Não posso porque tenho filhos lindos e saudáveis, tenho um teto sobre minha cabeça, tenho saúde, tenho uma família que me ama e me suporta (isso quer dizer que me dão suporte e que me aturam mesmo), como aquilo que eu quero, do jeito que eu quero, tenho saúde, roupas para vestir, cama e edredom para me aquecer e ar condicionado para me refrescar… então, do que reclamar?
É um exercício diário. exercitar a mente para pensar desse jeito é como fazer exercício físico para os músculos. É cansativo! Mas sempre vale a pena.
E por falar em renovo, ganhei mais uma sobrinha!!!! Yay!!!!!!!!!! Ela se antecipou um pouquinho, veio quase um mês antes do combinado, mas veio cheia de vontade. Bem Vinda Julia!
Sempre quando nasce uma criança sempre me acende a esperança de que mais um ser humano será criado e educado para fazer a diferença na sua geração, que será uma pessoa de bem, que cumprirá todos os propósitos que Deus tem pra ela… Sempre penso assim…
Falando em nascimento de filhos, esses dias festivos de “dia dos pais”, “dia das mães”, sempre mexem comigo de um jeito diferente.
Bem, não sei de vcs sabem, mas só conheci meu pai aos 27 anos de idade, ou seja, só tenho pai há 6 anos. Minha relação com ele é maravilhosa, já comentei que ele é um amigo pra mim, mas por conta de “não saber ter pai”, não sei como lidar com esses dias. Fico sem jeito, fico com vergonha de ligar e tal (que ridículo né?) mas é verdade. Não me perguntem porque. Ok, tenho que voltar para a terapia (risos), ahn, nós e nossas causas mal resolvidas, estou realmente percebendo que preciso simplificar as coisas pra mim, se não vou dar “tilt”, ou “bug” falando na linguagem mais atual.
Bem, a verdade é que eu mandei uma mensagem bem “padronizada” para o meu pai porque não tive coragem de ligar. Não sei o que me dá. Eu não sou tímida, gosto de falar, mas quando é pra falar com meu pai… Gente! E olha que ele é um doce! Tão manso e tranquilo! Gente, meu pai simplifica tudo, já eu… tá na hora de acabar com isso, vcs não acham???
Então, foi uma semana muito corrida, mas acho que produtiva.
Dia a dia, pouco a pouco eu vou me ajeitando. E vamos lá que o desafio está gerando resultados, pelo menos aqui no “divã virtual” está.
Por hora é isso pessoal.
Fiquem com a foto da Julia e de outras atividade que fiz nesses dias…
A balança? está tomando vergonha e baixando novamente. Ok, 100 gramas por vez, mas não importa, não pode é subir (que falta de respeito!)
O desafio da água? (fail)
Mas não é tarde. Deixa eu acabar o texto para beber água.
Beijos e até a próxima! Bye bye!

Bem Vinda Julia!
Não é uma boneca, é a Julia!
Comida japonesa é sempre bem vinda!
Comida japonesa é sempre bem vinda!
Ahn, o café...
Ahn, o café…
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